Breve resumo: O Islam e a Nova Ordem Mundial

Atualmente, muito ouvimos falar sobre o governo da Nova Ordem Mundial, que é constituído por indivíduos influentes, ricos, muitas vezes geneticamente relacionados. Eles são lideres políticos de topo, elite das corporações e membros da chamada família real européia (dominada pela coroa Britânica). Esse poderoso e influente grupo tem como objetivo o controle econômico mundial e o controle religioso. Usam uma política de globalização, estimulando a unificação das moedas, alteração de fronteiras e falsa idéia de liberdade. Encantam o povo com teorias sobre democracia, direitos humanos, direitos das mulheres e de todas as minorias. Usam armas de controle mental como mensagens subliminares, ondas eletromagnéticas, manipulação das emoções humanas e facilitações para o ilícito, afastando o ser humano da recordação de Allah (swt).

Essas pessoas querem dominar tudo e todos em busca de poder e riquezas materiais e neste momento, estão tendo êxito. A imensa maioria da população, independente de sua religião e cultura, vem seguindo um comportamento globalizado, imposto através das armas citadas acima, que beneficiam essa liderança. O consumismo; a imensa importância que hoje a estética representa no cotidiano das pessoas; a desestruturação familiar com a banalização do sexo e exposição excessiva das mulheres; a destruição dos recursos naturais; desconfiança das ervas medicinais e uso, muitas vezes desnecessário, de remédios sintetizados em laboratórios farmacêuticos. Tudo isso contribui para o fortalecimento de quem está no poder.

Esse presunçoso grupo de homens pensam controlar aquilo que só cabe a Allah, o Todo Poderoso controlar. Legislam e penalizam de acordo com seus próprios interesses. Ditam as regras mundiais e fabricam as guerras quando lhes convém e demonstram uma aparente humanidade ao enviar para os locais destruídos por eles mesmos organizações como a ONU. Manipulam a história moderna conforme seus interesses. A revolução francesa foi incitada para possibilitar seus planos de conquista, a primeira e segunda guerra mundial foram cuidadosamente planejadas, o holocausto, apelo de comoção para atingir um fim pré determinado. Eles criam os conflitos, os inimigos e a solução! Enganam a todos os fazendo acreditar que são livres pensadores e podem escolher o caminho a seguir.  

As mídias estão controladas, as artes e esportes são usados como arma de alienação de massa. O estudo religioso nas instituições também é controlado. O petróleo do oriente médio, que deveria ser recursos da Ummah, é explorado pelas empresas estrangeiras, com a conivência dos governos locais, que ganham prestigio ao favorecer o Governo da Nova Ordem Mundial.

Essa guerra é travada desde os primórdios dos tempos, entre aqueles que se esforçam para seguir as ordens de Allah (swt), lutando pela justiça nesse mundo e aqueles que querem rebelar-se contra as Tuas ordens e visam governar apenas para beneficio próprio e de seus aliados.

 A perigosa diferença nos dias de hoje é que o astuto inimigo enfeitiçou a população, e faz o certo parecer errado e o errado, certo. Outra armadilha é fazer com que o ser humano tenha seu pensamento atrelado à matéria a ponto de negligenciar sua esfera espiritual. Geralmente as preocupações de um individuo giram em torno da aquisição de riquezas materiais, que o qualificam como respeitável e bem sucedido. A esfera espiritual, que não trás benefícios visíveis aos olhos é secundária. Isso faz com que muitos coloquem seus anseios materiais acima de sua ideologia, acima de seu din.

Estão vencendo porque o homem se afastou de seu din, acreditou nas mentiras forjadas e pensa ser livre. Na verdade estão acorrentados, servindo, querendo ou não, aos interesses do atual comando. Uma vez que, praticamente, todos os meios de produção, todas as instituições de ensino e cargos políticos estão sob domínio do inimigo os indivíduos estão fadados a contribuir com o sistema formado, pois vivem sob esse sistema, inevitavelmente.

A única força de resistência temida é o islam, quando vivido em sua forma completa. O islam é um empecilho para a hegemonia ideológica e comportamental que garante a exploração das massas. O islam apresenta um sistema político-econômico justo, um estado organizado a fim de libertar a população do condicionamento mental que os faz apegados à dunia, esquecidos da outra vida e desvinculados da obrigação de lutar pela divulgação das palavras de Allah, o Justo.

               Por ser um sistema de vida completo que faz fortes e livres aqueles que se dispõem a viver sobre seus princípios, o islam vem sendo propositalmente fragmentado. Hoje podemos cumprir apenas parte das prescrições religiosas, nunca é cogitado nas escolas institucionalizadas a obrigação da jihad na busca pelo khilafa, pois apenas quando tivermos novamente um sistema político econômico baseados por inteiro na sharia, veremos o islam de fato crescer.

               Hoje o que cresce é o “novo islam”, um islam flexibilizado, com muçulmanos agindo de maneira muito semelhante aos kaffireen em busca de anseios materiais. A ordem é: devemos flexibilizar nossos conceitos para nos integrar aos governos e sistemas organizados pelos inimigos! Quando um muçulmano participa do governo kaffir, ele enfraquece a Ummah, pois nenhum governo pode favorecer o islam a não ser o governo islâmico. Seria ingenuidade pensar que participar das atividades sociais e políticas dos kafireen pode resultar em benefícios para Ummah. A única maneira real de beneficiar a comunidade islâmica é a luta pelo khilafa!

                Os muçulmanos não devem temer o pouco numero de combatentes, pois temos exemplos nas batalhas iniciais do islam que o numero de soldados não é decisivo no combate, o que é decisivo é a força da fé, pois é Allah, o Onipotente que valida a vitória. A guerra no Afeganistão nos faz refletir sobre isso: como é possível que os soldados americanos, fortemente armados, munidos de toda tecnologia disponível não consigam exterminar a resistência islâmica, formada por um exercito com limitados recursos financeiros e tecnológicos? A resposta é que os combatentes lutam pela causa de Allah (swt), lutam para instaurar a sharia em seus territórios.

                Allah (swt) só muda a condição de um povo quando este muda os desejos de seu íntimo. O muçulmano deve conscientizar-se da realidade da guerra e de sua magnitude, deve buscar o ilm (conhecimento), não temer as adversidades nessa vida, pois todos aqueles que lutaram pela causa de Allah (swt) passaram por adversidades, porém, como suas mentes não estavam controladas, não hesitavam em escolher as privações materiais momentâneas em prol à causa de Allah (swt). Aquele que é temente à Allah (swt), deve evitar o consumo de produtos industrializados sempre que possível, não participar de ações políticas não islâmicas, mesmo quando estas aparecem fantasiadas de ações humanitárias.

               O muçulmano não pode de maneira alguma imitar o comportamento do povo incrédulo. A cultura islâmica é fruto de uma revelação divina e por tanto é atemporal, completa e perfeita, não devendo ser flexibilizada. Os muçulmanos serão os juízes da humanidade no dia do julgamento, pois são o melhor dos povos. Vamos nos conscientizar da importância que é ser muçulmano e nos empenhar para enfraquecer o inimigo e aguardar com fé e resignação o dia em que seremos vitoriosos, inshaAllah.

               Oh Allah, o Sapientíssimo, liberta nossa mente do controle do exercito do dajal, tire a venda de nossos olhos para que enxerguemos a verdade e aumente a nossa fé para que disponibilizemos nossos bens e nossas pessoas pela Tua causa.

                “Aqueles que crêem em Allah e no Dia do Juízo Final não te pediram isenção quanto a sacrificarem os seus bens e suas pessoas; e Allah bem conhece os tementes.” (at tauba: 44)

irmã Daniela